Quem Sou Eu?

“A conquista da nossa liberdade, da nossa individualidade e independência irá requerer, em muitos casos, uma grande dose de coragem e fé.

Dr. Edward Bach

Olá, seja bem-vinda!

A Casa Flow.er é um ambiente de acolhimento para mulheres que buscam o equilíbrio em vários aspectos de sua vida, focando na conexão com sua essência e suas reais necessidades. Mulheres que por decorrência da velocidade incessante da vida moderna, não vivenciam seus processos pessoais, por serem considerados condições a serem superadas. Mulheres que passaram por situações traumáticas, por perdas irreparáveis, envolvendo desde experiências pessoais, profissionais e também abrangendo o tema maternidade, e que abalaram o rumo e o sentido de suas vidas.

O nome “Casa Flow.er” me veio através de uma intuição:

“Flow” significa fluxo, e esta palavra se refere às terapias energéticas que utilizo no processo terapêutico. Já “Flow.er” significa flor, remetendo à natureza e aos processos de tratamento da Terapia Floral que também utilizo em minha prática.

 

A proposta de meus serviços é fazer com que você se recupere, se reencontre e ressignifique situações dolorosas, encontrando equilíbrio e conexão com a sua verdade.

A idéia é que aqui seja um lar em que utilizo como conduta terapêutica, técnicas que promovam o fluxo natural do ser, visando a sua harmonia.

Espero que juntas possamos trilhar um caminho de cura e ressignificação, fazendo da dor e de possíveis dificuldades, sementes prontas para florescerem.

Sou fisioterapeuta e naturopata. Especialista em Terapias Manuais, Medicina Comportamental, Terapia Floral e Acupuntura.

Sobre Mim

Meu nome é Denise Belfort, e sou a idealizadora desse lar que você pode chamar de seu. Trabalho há mais de 10 anos como fisioterapeuta e naturopata, e sou especialista em Terapias Manuais, Medicina Comportamental, Terapia Floral e Acupuntura.

Fisioterapia

Medicina Chinesa

Terapias Manuais

Terapia Floral

Minha História

Sempre busquei o caminho do autoconhecimento, e, curiosa que sou, fiz diversos cursos para aperfeiçoar meu trabalho, e ao mesmo tempo buscar explicações para muitos questionamentos pessoais, e muita coisa que observava nos atendimentos em minha prática clínica.

Porém, em 2018, vivi uma formação pessoal que talvez tenha me ensinado mais do que todos os cursos que fiz, e essa formação não envolvia mais um diploma. Perdi um bebê com 17 semanas de gestação, e a partir de então, comecei a trilhar um novo e inusitado caminho.

Viver uma perda assim nos transforma, mas antes nos dilacera. E esse processo foi lento e doloroso, porém uma transição muito especial e sagrada.

Neste novo caminho conheci muita gente que também havia passado por isso, e percebi que esta perda que sofri é um luto não reconhecido, uma dor invisível, não validada ou compreendida por quem não a viveu, o que nos faz nos sentir mais inadequadas por entrar em contato com essa tristeza, ou por não conseguir superá-la como é o esperado.

Depois de 2 anos de muito trabalho pessoal e tratamentos que fiz dentro de minha área, comecei a enxergar através da observação das questões emocionais femininas, o meu real propósito.

Nós mulheres vivenciamos perdas e situações pessoais delicadas, diariamente, sejam de grandes ou pequenas proporções, e o ritmo desenfreado que vivemos, não nos permite parar para assimilar os acontecimentos, além de também o contexto social nos inserir em uma realidade em que uma das máximas é que sofrer é para os fracos, e tudo deve ser superado e não expressado.

Esse tipo de abordagem vivencial, nos proporciona um caminhar artificial, uma vez que existe algo em desequilíbrio por baixo dessa mulher, que não pode ser dito, que deve ser superado, enquanto internamente vai fazendo estragos muito grandiosos, como nos afastar de nossos propósitos e valores pessoais.

Hoje, além de todas as ferramentas que fui adquirindo em minha trajetória profissional, tenho também a ferramenta de ter vivenciado essa situação na pele, e com esse entendimento, desenvolvi o meu trabalho focando na recuperação e na ressignificação das dores que vamos suportando durante a vida, não verbalizadas e que vão se acumulando internamente e nos distanciando da nossa essência.

Atuo com técnicas sutis vibracionais, com o objetivo de cuidar desse processo de forma delicada.

Realizo sessões de Acupuntura, Terapia Floral e em alguns casos Barras de Access para ajudar o processo de reestabelecimento dessa nova pessoa que vamos nos tornando no decorrer de nossas vidas.

Podemos sim transformar essas dores, primeiro aceitando a existência delas, e depois criando novos significados e uma nova forma de nos desenvolvermos, podendo focar em nós mesmas ou em algum projeto pessoal ou profissional, utilizando assim, todo o potencial criativo que temos dentro de nós.

Espero que nossos caminhos se encontrem e que juntas possamos trilhar uma jornada de cura e amor, para que você possa encontrar um belo significado para a sua história.

 

Vamos nos conhecer?

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